8 de novembro de 2012

Para Ler: Eu Robô

1ª Lei: Um robô não pode ferir um ser humano ou, por omissão, permitir que um ser humano sofra algum mal.

2ª Lei: Um robô deve obedecer as ordens que lhe sejam dadas por seres humanos, exceto nos casos em que tais ordens entrem em conflito com a Primeira Lei.

3ª Lei: Um robô deve proteger sua própria existência desde que tal proteção não entre em conflito com a Primeira e/ou a Segunda Lei.
Isaac Asimov era um gênio. Quanto a isto creio que não há muita discussão. Autor de vários livros de ficção científica, Asimov pavimentou o caminho de toda a robótica, e não apenas nos livros. As três leis da robótica, citadas constantemente nos livros, são famosas a ponto de que muitas pessoas que nunca leram os livros podem citá-las letra por letra. Era o meu caso, até ler Eu, Robô.

O livro, provavelmente o mais famoso de Asimov, é na verdade um conjunto de várias histórias diferentes, contadas na forma de flashbacks da Dra. Susan Calvin, a primeira e a maior "Robopsicóloga" do mundo. Já aposentada, a Dra Calvin relata histórias desde os primórdios da robótica até o ápice da ciência.

Minhas histórias favoritas envolvem Donovan e Powell, os encarregados de testar novos modelos de robôs da US Robôs. Os coitados acabam em situações, no mínimo, inusitadas, tendo de lidar com robôs fanáticos religiosos, ou um robô bêbado e outras bizarrices parecidas... e sempre apresentar um relatório bonitinho, para não acabar no olho da rua!

De uma forma ou de outra, todos os contos do livro giram em torno das leis da robótica, especialmente a primeira. Isso tornou o livro levemente tedioso pra mim, mas cada um ainda era divertido o bastante para me manter grudado às páginas até o final, mostrando a já citada genialidade do autor.

Vale citar também o filme do livro, que não tem absolutamente nada a ver com a obra que lhe deu o nome. O filme é história isolada, usando elementos criados pelo autor, como os robôs positrônicos e as leis da robótica, usados em uma história de ação. O nome foi basicamente pra dar uma alavancada na bilheteria. Como fã de Will Smith, posso ser suspeito pra falar, mas gostei do filme.... E eu quero um carro igual ao que ele usa lá!

O Bode


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2 comentários:

  1. gosto muito do homem bicentenário, sempre quis ler o conto

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  2. Tenho muita vontade de ler este livro, mas sei que vai demorar pra isso acontecer.

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Livros, viagens, filosofia de botequim e causos da carochinha: o Coruja em Teto de Zinco Quente foi criado para ser um depósito de ideias, opiniões, debates e resmungos sobre a vida, o universo e tudo o mais.

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