17 de setembro de 2012

360º: As Férias da Coruja – Parte IV: Os Revolucionários

Um dos principais marcos da História Ocidental é, como todo mundo sabe, a Revolução Francesa de 1789, que se inicia com a queda da Bastilha e se encerra com o golpe de Napoleão.

Dani: E lá vamos nós de novo...

Dé: Começo a ver a direção que essa parte vai tomar...

Lu: Eu sei, é bastante óbvio... XD

Meu interesse por esse período histórico foi outro dos motivos que me levaram, ao começar a pensar na viagem de férias, em ir para a França. A despeito de saber da importância do acontecimento, fiquei um pouco surpresa ao perceber o quanto a Revolução (e outras demonstrações de “amor pela pátria”) eram valorizadas e lembradas na capital francesa.

Uma das impressões que tive andando pela cidade é que em quase toda esquina alguém tombou pela França, seja nos períodos revolucionários, seja na época da ocupação nazista. Se você prestar atenção, há sempre uma discreta plaquinha aqui e ali em homenagem a esses heróis, das mais diferentes idades e ocupações.

Um dos passeios que fizemos em nossos primeiros dias em Paris foi à Conciergerie, às margens do Sena, que começou como o Palácio da Cidade e terminou como prisão de alguns dos nomes mais conhecidos da Revolução: a Rainha Maria Antonieta, e os políticos Danton e Robespierre.

Dani: Ah... Maria Antonieta... Diga o que disserem dela, sempre gostei de sua figura!

O plano inicial naquele dia era ir ao Louvre, uma vez que era o primeiro domingo do mês e nesse dia, vários dos principais museus franceses têm entrada franca. Só que a fila para entrar no pátio pela Rivoli, que se seguia à fila para entrar na pirâmide, que se seguia à fila para comprar o ingresso nos fez decidir deixar o Louvre para outro dia porque (1) acabaríamos passando o dia inteiro na fila e (2) chegando lá dentro, não conseguiríamos aproveitar nada por conta da multidão e (3) começara a chover.


Adoro chuva (Dé: especialmente por ter levado a capa de chuva... NÃO É?! Lu: Ela estava lindamente dobrada dentro da bolsa.... serve?) e não tenho problemas em caminhar por ela; diferente contudo é ficar enfiado numa fila enquanto a garoa fina vai entrando pelas brechas da roupa te deixando miseravelmente enregelado.

Dani: Por que você não foram pela entrada do metrô? A estação para exatamente dentro (embaixo) do museu e quase nunca tem fila...

Lu: Porque viemos descobrir essa entrada depois e de toda forma, não tenho certeza se ela não estaria cheia ou fechada, uma vez que era primeiro domingo do mês, logo, de graça para todo mundo...

Assim é que saímos caminhando felizes, atravessamos a Ponte Neuf cantando Singin’ in the Rain, Carol tentando me convencer a ir para debaixo do guarda-chuva e eu respondendo que era só uma garoa.

A essa altura, eu estava pensando em visitar o Museu de Cluny, que a Claire, no dia anterior, nos tinha sugerido, mas no meio do caminho (que eu ia tentando traçar de memória do que fizéramos no dia anterior) passamos pela entrada do Conciergerie, não tinha fila e decidimos nos enfiar lá dentro.


Uma excelente forma de definir qual será o passeio do dia, não é mesmo?

Dani: E como... *___*

Pois bem... A Conciergerie (numa tradução literal, a ‘portaria’) começou a ser construída no século VI por Clóvis, primeiro rei dos francos. De residência real, o palácio se tornou sede da administração com Hugo Capeto, cinco séculos mais tarde. No século XIV, Filipe IV o transforma em sede do Parlamento. É, por fim, no reinado de Carlos V, que o abandona para morar no Palácio do Louvre, que ele ganha a atual denominação.

Em 1391 ele foi transformado em prisão e a partir de 1793 teve instaurado no Grande Quarto o temível Tribunal Revolucionário que sob o programa de Robespierre, espalhou o Terror – que, ironicamente, também cobrou a cabeça de seu principal defensor.

Dani: Engraçado como, sempre que a Lulu viaja, ela assume essa posição de “guia turística”. XD Aliás, ainda te devo um crachá.

Ao entrar no palácio, contudo, o primeiro cômodo com o qual você se depara é a soberba sala de armas, com suas lareiras gigantescas, arcos góticos e até uma escultura de medusa.



Esse foi o primeiro (de muitos) momento da viagem em que senti como se acabasse de ter pisado para fora do tempo. Eu podia ouvir na minha mente o som de armas batendo e raspando o chão, enquanto soldados se juntavam nas mesas para beber, o barulho de conversas e o cheiro de javalis assados no ar. De repente eu queria arranjar alguém para uma cerimônia de vassalagem e estava pensando em como ficaria um trono ali no meio ao mesmo tempo em que outra cena completamente diferente, de um bardo contando as histórias das florestas encantadas da Bretanha (Bretanha a região francesa, não confundir com Grã-Bretanha).

Dé: Oh, God...

Lu: Pelo menos só o que fiz foi careta... não mandei cortar a cabeça de ninguém...

Dani: Ainda... ¬¬

Subindo as escadarias, demos de cara com a reconstituição das celas de prisão e explicações sobre como funcionavam as coisas por ali no período revolucionário – incluindo aí a reconstituição da cela da própria Maria Antonieta e o espaço mínimo que foi a última morada de Robespierre.


Dani: Nossa, que legal. Gostaria de conhecer isso...

Lu: Da próxima vez eu te levo na mala ;)

Uma das salas mais interessantes para mim foi aquele em que encontrei a “lista geral e bastante exata dos 2780 condenados à morte em Paris” – você encontra ali irmanados rainhas e alfaiates, grandes nomes da História Ocidental e a ‘gente simples do povo’.



Junto à cela de Maria Antonieta há também uma capela em memória dela e de Luís XVI.


Dani: Que demais!!! *_*

Outro lugar que serviu como prisão no período revolucionário – e um dos locais que eu mais queria visitar nessa viagem – foi a Abadia do Monte Saint-Michel.


Saint-Michel não é lá muito perto de Paris, tanto que em vez de pegarmos um trem, compramos um pacote numa agência de viagens e passamos quatro horas num ônibus na ida e mais quatro horas na volta... valeu à pena como um aperitivo, lá é outro lugar que definitivamente quero voltar a visitar.

Segundo a lenda contada por nossa guia, o arcanjo Miguel apareceu em sonho para o bispo de Avranches, mandando que ele construísse uma capela no alto do Mont Tombe. Por três vezes ele apareceu ao bispo, que achava que estava sendo tentado pelo demônio, até que São Miguel fizesse um buraco no crânio do homem para que ele se convencesse a obedecê-lo.

Dé: Convenhamos, é um método bem convincente!

Lu: Cara, se eu tivesse acordado com um buraco no crânio, isso não me convenceria que a coisa toda não era alucinação ‘lá de baixo’...

Dani: Que horror...


A construção começou em 1017, quando o monte teve seu nome mudado. À capela, seguiu-se a construção da Abadia e posteriormente de todo um vilarejo ao seu redor, numa elevação de granito puro, em meio ao mar, tornando-se uma fortaleza impenetrável à subida da maré.


Dani: Ah, meu Deus, essas abóbadas...

A gigantesca estátua de São Miguel lá no alto hoje serve como pára-raios, mas no passado era apenas um ‘chama-raios’: o número de incêndios e desabamentos causados por tempestades (numa região em que chove 200 dias por ano) impôs inúmeras reformas, de tal maneira que o que vemos hoje da capela principal tem muito pouco do edifício original, misturando arquitetura gótica com romântica.


Durante a Revolução Francesa, entre 1793 e 1863, após o fechamento das ordens religiosas, a abadia foi transformada numa prisão, inicialmente voltada para quaisquer sacerdotes que se recusassem a renunciar aos seus votos.

Dessa época há uma curiosa roda de madeira do tipo usada para puxar material de construção em obras medievais – rodas de hamster, com os prisioneiros andando dentro para fazer o guindaste que ligava o alto da torre à parte de baixo (uns 80 metros...) funcionar.


Dani: Estranho como pensei em mim e no Dé em rodas como essa para fazer o Coruja funcionar... Enquanto a Lu nos chicoteia lá de cima XP

Lu: ...

A forma curiosa com que a abadia foi construída me faz pensar muito numa cidade literária... e por isso, como sou uma cretina, mandei fazer uma camisa especialmente para usá-la nessa visita:


“Estive em Minas Tirith e lembrei de você”

Dé: *rolando de rir*

Lu: Usarei ela de novo na estréia de O Hobbit...

Obviamente, não podemos deixar de pensar em Versalhes ao falar de Revolução Francesa, porque ali estavam dois dos grandes culpados e vítimas da mesma: Luís XVI e Maria Antonieta.


Dani: Ah... Versalhes!!! *morre*

Não posso dizer que aproveitei muito Versalhes, porque fizemos essa visita exatamente no primeiro dia da canícula e embora tenhamos chegado cedo lá e evitado filas, o palácio estava muito cheio, e muito abafado. A parte que mais gostei mesmo foi uma ala com estátuas de todos os reis francês, onde encontrei o caro Carlos Magno.


Acabamos não nos aventurando pelos jardins (que não nos ofereciam sombra...) e ficamos só no palácio. Terei de voltar lá um dia (menos quente) para andar pelo jardim e visitar também o Trianon.

Mas valeu pela oportunidade de tirar fotos na galeria dos espelhos e nos quartos do rei e da rainha.


Dani: *ressucita* Economia definitivamente não fazia o gênero deles... ^^”

Lu: Quantas vezes você já morreu e ressuscitou nessa história?

Voltando a Paris, há duas praças que não se pode deixar de visitar caso você tenha interesse nessa parte da História: a Place de la Bastille, onde se erguia a terrível prisão – hoje há um obelisco para marcar o local, que também serve de túmulo para alguns revolucionários de 1830 e, aparentemente, algumas múmias tiradas do Louvre porque estavam se decompondo com o clima e umidade – e a Place de la Concorde, onde se erguia a guilhotina.

Dé: CORRAM PARA AS COLINAS!!!


É curioso que a despeito da forma como a Bastilha passou à história, como símbolo da tirania real, ela não era exatamente uma prisão borbulhante de injustamente acusados – ao menos, não no período em que foi tomada, quando foram libertados todos os sete prisioneiros que lá estavam. São outros os quinhentos se você for olhar o período do reinado de Luís XIV que prendia e executava qualquer um sem direito a julgamento ou recurso.

A Bastilha serviu de ‘lar’ para alguns personagens bem famosos: Voltaire esteve preso em 1717, por causa de alguns versos satíricos; o Marquês de Sade, que foi transferido de lá exatamente dez dias antes da queda da prisão; e o famoso Homem da Máscara de Ferro, imortalizado na literatura por Alexandre Dumas – se bem que ele usava uma máscara de veludo, não de ferro.

Dé: Convenhamos... “Homem da Máscara de Veludo” não tem a mesma sonoridade...

Dani: Nem muita masculinidade! XD

O homem passou 34 anos encarcerado, sempre acompanhado pelo mesmo carcereiro em várias das prisões em que viveu, tendo morrido em 1703 na Bastilha. Sua verdadeira identidade, pelo que eu saiba, é até hoje um mistério.

Voltaire foi um dos que sugeriu que seu companheiro de prisão era filho de Ana D’Áustria e do Cardeal Mazarino, tornando-o assim meio-irmão do rei – mas há quem sussurre que ele era na verdade o pai de Luís XIV, uma vez que Luís XIII e Ana D’Áustria estavam mais ou menos ‘separados’ quando o herdeiro nasceu (essa teoria diz que Richelieu foi quem arranjou tudo...).

Há outras tantas teorias e eu recomendo dar uma lida nesse artigo aqui se quiserem se informar mais e procurar um pouco de bibliografia específica.

Hoje não há nada que faça referência direta aos eventos que ali ocorreram – afinal, não tem mais Bastilha nem guilhotinas... -, e é por isso que você deve ir, após deixar a praça da Bastilha, ao Museu Carnavalet, que conta a história de Paris desde os primórdios.

E quando falo desde os primórdios, estou falando literalmente, porque eles começam da pré-história lá...

Quando cheguei lá, a fachada estava em reforma, mas o prédio é bem interessante. Começou a ser construído em 1548 para ser um hotel e sua arquitetura é um raro exemplo da Renascença na França. Originalmente uma mansão do período renascentista, sua construção começou em 1548.

Um ponto importante: se vocês forem pesquisar alguma coisa na internet sobre o Carnavalet ou Les Invalides ou Cluny – que citei ou vou citar nessas histórias que estou contando – vão achar o nome em francês como ‘Hôtel Carnavalet’ e assim por diante. Isso não significa que esses prédios foram/são hotéis; o termo exato para eles é ‘hôtel particulier’ e isso significa que eles eram mansões particulares com um design bastante específico: não dividindo paredes com vizinhos e tendo pátios com jardins no interior da construção e não em sua frente.


Dani: Que chique...

Pelo menos, foi isso que entendi das explicações que li nos folhetos que ‘colecionei’ em todo canto que ia; m,as não sou uma especialista em arquitetura e se alguém souber explicar de forma mais clara que eu (porque nem eu sei se está dando para entender o que estou dizendo), sinta-se à vontade.

Vamos agora ao que realmente interessa da história, que são as coleções do Carnavalet.

Como já disse, eles têm exposições que começam da pré-história, passando pela construção da cidade, o domínio romano – quando Paris era chamada Lutetia –, Idade Média, Idade Moderna e Contemporânea, com grande destaque para a parte que mostra todo o período da Revolução e a Belle Époque. Há algumas maquetes fantásticas no Carnavalet, incluindo algumas da Bastilha, para não falar dos quadros, que todo mundo que já abriu um livro de História na vida certamente há de reconhecer.


Eu fiquei particularmente fascinada por uma tapeçaria em homenagem à Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, do período da Assembléia Nacional.


Dani: *.*

Para quem não pode ir ao museu no momento, eu recomendo dar uma olhada no site deles, que é bem interessante e completo. É um museu que vale muito à pena conhecer e tem a vantagem de ser gratuito.

Para terminar minha viagem revolucionária, eu não poderia deixar de citar uma das minhas paixonites históricas: o general e posteriormente imperador, Napoleão Bonaparte.


Dani: Mas é claro! Não podíamos passar sem ele! XDD

A República criada pela Revolução Francesa termina com o golpe de 18 Brumário, mas não há como desvincular Napoleão da Revolução – ele é fruto dessa época afinal, sua ascensão só é possível por causa do caos causado pelo cada vez mais sanguinário novo governo democrático...

Não tenho ilusões de que Napoleão não era exatamente flor que se cheirasse. Mas gosto dele, gosto da inteligência dele, de sua brilhante capacidade para estratégia, de sua incapacidade de se conformar com o que tinha e seu complexo de Pinky e Cérebro.

Dani: Alguém devia ter pedido ao Papai Noel para ter lhe dado o mundo de presente, coitadinho... :P

Por isso, onde quer que eu o encontrasse, saía correndo e pulando para tirar foto junto – e teria me abraçado com estátuas e quadros se pudesse ter chegado suficientemente perto deles...



Em não podem abraçar quadros, trouxe comigo de volta Napinha versão pelúcia, para ficar na minha cabeceira...


Dani: Ah, meu Senhor... ^^”

Dé: Já estava me perguntando quando ele ia aparecer. XD

Lu: Ele não é a coisa mais linda e apertável que você já viu? *.*

Nessa viagem, foram dois os principais passeios napoleônicos que fizemos. O primeiro foi ao Hôtel des Invalides, uma construção colossal que serviu como sanatório para veteranos de guerra e que ainda hoje compreende um hospital, mas também o Museu de Armas, a Catedral de Saint-Louis-des-Invalides, onde se encontra a tumba de Napoleão e a Galeria Real de Planos-Relevo (maquetes fantásticas de fortalezas e reconstituições de batalhas).


Eu fiquei absolutamente fascinada com o museu de armas, é claro. Da Era de Bronze às duas Guerras Mundiais, há de tudo um pouco.


Dani: Ah... Armas. Sou fascinada por armas... *_______*

O ponto alto da visita pra mim, porém, foi a tumba de Napoleão. O ‘sacórfago’ é de uma enormidade irracional, a se considerar que ali estão as cinzas do general, mas o mais interessante é que ele está posicionado no fundo de um poço dentro da igreja, de tal forma que para vê-lo você necessariamente se curva para frente, continuando assim a prestar homenagens ao Imperador...


Dani: Quanta humildade... ¬¬

Para terminar, vamos dar um pulinho ao Château de Fontainebleau, um dos poucos palácios francês que esteve continuamente em uso por praticamente todas as dinastias... incluindo Napoleão.


Como boa leitora de Dumas, soltei gritinhos excitados ao descobrir que o quarto de Ana da Áustria tinha sido preservado aqui.


E não pude deixar de imaginar mosqueteiros ao olhar lá de cima o pátio central do château...


Dani: Acho que meio mundo que vai aí faz isso! ^^

Mas o que realmente me interessava lá, vocês já sabem, eram os vínculos históricos do lugar com a figura de Napoleão.


E assim é que estive na única sala do trono preservada em toda França...


O quarto do Imperador...


E a sala onde ele assinou sua abdicação...


Uma coisa que devo dizer sobre Versalhes e Fontainebleau: são lugares magníficos, mas têm uma atmosfera bastante opressiva. Fiquei encantada com os detalhes, com toda a história ao meu redor, mas não conseguia me imaginar morando nesses lugares. É tudo... demasiado grandioso, demasiado imponente... Eu acho que também terminaria com síndrome de Pink e Cérebro e “O Estado sou Eu” se nascesse e fosse criada em lugares como aqueles...

Dé: E o nome alternativo deste post foi: “Napoleão na visão de uma fangirl.”

Lu: Sempre podia ser pior...

Dani: Tenho medo de imaginar...


____________________________________

 

4 comentários:

  1. muito bom o post, beeem grande!!

    vc deve parecer meu pai quando viaja, ele dá uma aula de história grátis, mesmo sem pedir. bem, tomara que vc não seja como aquele cara pedante de Midnight in Paris!!

    to lendo todos os seus posts, super invejinha branca de vc por ter conhecido estes lugares... mas um dia serei eu que estarei fazendo estas viagens pelo velho mundo!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. São duas paixões minhas, literatura e história... eu entro nesse transe 'guia de museu' toda vez que estou num lugar histórico... Dani e Dé são provas disso. Não sei se sou pedante como aquele carinha insuportável do filme - eu meio que deixo escapar em meio à minha super empolgação com tudo e nem me dou conta do que estou falando... Você pode perguntar aos meus dois caros companheiros, que já me levaram a passeios históricos, se eles me acham pedante, mas não sei se eles são uma fonte muito confiável...

      Excluir
  2. Luciana Darce, você foi a Saint-Michel!!! Pensei que houvesse desistido desse passeio! Quando nos encontrarmos novamente, vou lhe emprestar o filme "Ponto de Mutação", o qual é baseado no livro de mesmo título de autoria de Fritjof Capra, e tem como cenário justamente o belíssimo e misterioso Mont Saint-Michel.
    Michel Sued

    ResponderExcluir

Sobre

Livros, viagens, filosofia de botequim e causos da carochinha: o Coruja em Teto de Zinco Quente foi criado para ser um depósito de ideias, opiniões, debates e resmungos sobre a vida, o universo e tudo o mais.

Cadastre seu email e receba as atualizações do blog

facebook

Arquivo do blog